And now, for something a bit different…

Tarde da noite.
Sem sono.
O que fazer? Bem, estou desenhando, e escrevendo sobre o que me dá na telha. Poucos lêem atualmente mesmo, já que sumi por uns tempos… mas não me importa. Até prefiro assim, pois posso falar do que quiser.
Para o assunto de hoje não vou falar sobre o que me incomoda e sim, sobre o que me desaponta nas pessoas de hoje em dia. Estava vendo Back to The Future, e posso dizer que, se os diretores, atores, e todos envolvidos naquele filme estivessem nos dias de hoje tentando realizar ele, o filme ia sair uma bosta. Não porque a trama, o plot iria ser “modernizado e atualizado”, o que é óbvio, mas eis o porque:
Quem não realiza nada, palpita.
Imagino que seriam tantos mentecaptos de marketing interferindo no trabalho deles, dando pitaco sobre “quem iria entender isso? deixe tudo mais simples. Precisamos transformar o filme para agradar mais faixas etárias” que iam mediocrizar o filme até os limites da banalidade. ISSO… é uma das coisas que me desapontam nas pessoas dos dias de hoje. Ninguém realiza nada, só faz algo. Há uma grande diferença entre fazer, e realizar. Ninguém vive, a não ser conforme as necessidades e vontades de uma força maior do que a deles mesmos (será que é tão forte assim?).
Quer um exemplo? Leia este link. Por mais que eu aprecie a opinião da imprensa.. que se diz “especialista” em assuntos.. fico um pouco fascinado com a banalidade que esses escritores tem ao afirmar de assuntos que não conhecem. Qualquer designer, por melhor que seja, que quebra algum paradigma ao conceber alguma nova ieoria, tem que ser criticado por pessoas que estão acostumadas com o “de sempre”.
Pessoas já não pagam mensalmente fortunas em jogos como Wow e Final Fantasy, para ficarem apenas assistindo respectivamente ao seu personagem viajando pelo mundo voando pra lá e pra cá, e assistir vídeos animados em CGI de alta capacidade gráfica? Pessoas não assistem filmes? Mas é claro que o escritor de tal artigo acima citado nem pensou em nada disso antes de escrever “eu achei um absurdo o que ele disse, mesmo q tudo q ele fez até hoje vendeu e deu certo e eu gosto demais.” Ou, em outras palavras “não entendi nada, e o que eu não entendo, eu não gosto, e o que eu não gosto, é óbvio que deve ser ruim”. Aff Maria.
Deixando isso de lado.. fico aliviado e satisfeito comigo mesmo, porque a nossa revista saiu. Demorou, mas foi, estão em algumas livrarias de são paulo já, e não tem volta. Me preparo para represálias e críticas ao trabalho, como um gato que eriça o pêlo, preparado para o bote do inimigo.
Estou ciente de que se a mídia é dura com os famosos, com os desconhecidos então, somos alvo fácil. E esse é o maior poder. a divulgação, a fama, a imprensa e a política, que controla o povo, como se fossem carneirinhos.
Será que ninguém repara nisso? Claro que sim. Será que todos reclamamos, e ao eu escrever esse artigo, estou sendo mais um que “reclama, mas não faz nada”? Talvez não. Porque pelo menos… a revista saiu.
Agora daqui a 3 meses, terei outra nas livrarias, custe o que custar.


fevereiro 22nd, 2007 at 12:40 am
Gambatte Kudasai!
Enquanto pessoas como você não desistirem, aida haverá cosias que não serão banalizadas pelo senso comum…
junho 26th, 2007 at 12:46 pm
Fala Ming!
Gelou quando viu Sampa Virtual? Vieram os velhos flashbacks tipo soldado quando volta do Vietnam?! rs
Vc está fazendo sites? A empresa em que eu trabalho está querendo fazer um, me dá um toque - em_locatelli@hotmail.com
Abraço!
ps:Oakley rules!
maio 23rd, 2008 at 5:00 am
Bem… Banalidades. sigo pelo pressuposto que quem se atem a critica exclusiva e nao a producao e alguem que nao tem muito o que dizer. Gosto de seus artigos. Gostaria de ler mais.